Stones & U2
O que dizer dos dois maiores shows da terra? A banda de rock mais antiga do planeta, mostrando como se faz rock and roll de classe, com sangue e categoria de verdade. Eles são os caras. Mick não parou um minuto, Charlie Watts com elegância e categoria que fariam o Guto Goffi chorar. Ronnie Wood estava em casa e o Elfo Richards só compareceu, pois ele só tinha que estar vivo para rodar esse show. O lance dava para emocionar, e olha que sou mais Beatles que Stones.
O show da temporada foi realmente o do U2. Achei o disco fraco, não consegui meu ingresso, e antes de ver o show, achei que não ia ser o bicho. Estava enganado. O que rolou foi um puta show, emocionante e inesquecível. O repertório baseado no disco novo, foi único, apaixonante. Os caras tocaram com uma pegada forte que o disco não mostra, incediaram a platéia. O Bono estava mais político que nunca, mas mostrando qualidade da música que o quarteto irlandês faz, com as lyrics sofisticadíssimas. A sensação foi Miss Saravejo onde Bono fez as duas vozes (o cara realmente se puxou na parte do Pavarotti) e ainda chamou um menino para cantar, e no fundo rolou a declaração dos direitos humanos ( a cara do Bono atualmente, mais do que nunca), a viagem de sempre de with or without you com uma mina da platéia participando e com direito a selo e tudo. O fechamento foi clássico. Tocaram 40, um cântico praticamente religioso, que, segundo me lembro, não tocam faz muito tempo. Foi um final clássico de uma noite clássica.
OBS.: Desculpe o entusiasmo. Do Stones não sou fã, mas do U2...
O show da temporada foi realmente o do U2. Achei o disco fraco, não consegui meu ingresso, e antes de ver o show, achei que não ia ser o bicho. Estava enganado. O que rolou foi um puta show, emocionante e inesquecível. O repertório baseado no disco novo, foi único, apaixonante. Os caras tocaram com uma pegada forte que o disco não mostra, incediaram a platéia. O Bono estava mais político que nunca, mas mostrando qualidade da música que o quarteto irlandês faz, com as lyrics sofisticadíssimas. A sensação foi Miss Saravejo onde Bono fez as duas vozes (o cara realmente se puxou na parte do Pavarotti) e ainda chamou um menino para cantar, e no fundo rolou a declaração dos direitos humanos ( a cara do Bono atualmente, mais do que nunca), a viagem de sempre de with or without you com uma mina da platéia participando e com direito a selo e tudo. O fechamento foi clássico. Tocaram 40, um cântico praticamente religioso, que, segundo me lembro, não tocam faz muito tempo. Foi um final clássico de uma noite clássica.
OBS.: Desculpe o entusiasmo. Do Stones não sou fã, mas do U2...

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