Capital Inicial
Inicialmente queria saudar os amigos, que devido a férias estive desaparecido da minha coluna. Hoje, achei interessante comentar dois shows e infelizmente compará-lo. Por que comparar? Por que infelizmente? Comparo os repertórios como foram apresentados e comparo a qualidade das apresentações.
Capital inicial-17/12/05- Clube dos Motoristas- Garibaldi-RS
Era uma noite de temperatura agradável na serra, e muita gente se movimentou para o que foi a última apresentação da tour Gigante dos guris de Brasília. Calculei umas 15000 pessoas, sem exagero, e não sei quanto foi divulgado pela organização. O capital, tornou-se uma banda gigante com o passar dos anos. Tipo frontline no país. Me movi para ver o show e o gás de três caras de 40 anos mostrarem qualidade (não me esqueci do Yves e nem do tecladista e do guitar que acompanha os caras).
Foi meio decepcionante. Boa espera, o show não atrasou muito, o som estava bem legal. Apresentação da banda com chamada estilo hard rock americano, aquela estória toda. O repertório escolhido para fãs novos, tocando as radiofônicas, e até aí tudo esperado. Até o Dinho querer discursar...só falou merda. Na música Natasha, fez um comentário sobre a letra, que discordava da mesma e também com a idéia de muitos pais que estavam ali com os filhos (parece viagem, mas ninguém nota um monte de cabeças brancas tomando vinho em vários lugares do clube).
Tudo bem, muitos de que gostamos falam merda, tipo Axel e os Gallagher, mas ainda teve o show. Morno. Dinho animava as guriazinhas, mas parecia de mal com o Flávio Lemos. Uma distância meteórica. Muito profissionais, mas não pareciam amigos (como no dvd do aborto elétrico). O show se resumiu em tietagens, bobagens do Dinho, um arreganho (ficava direto se esfregando com o Yves, por diversas vezes em demasia). Isso também não me aborreceu. Vi o show com estrutura gigante (o et da tour, se erguia no início do show e ficava dançando ao lado do palco), chuva de papel picado no final do show e uma apresentação excelente do batera Fê Lemos. Só que a conclusão final, no somatório, é uma banda querendo ganhar dinheiro, o que não é crime, mas fazendo hits para vender. Esperava mais alma de quem se diz parte da turma de Brasília. Talvez mais maturidade musical.
Capital inicial-17/12/05- Clube dos Motoristas- Garibaldi-RS
Era uma noite de temperatura agradável na serra, e muita gente se movimentou para o que foi a última apresentação da tour Gigante dos guris de Brasília. Calculei umas 15000 pessoas, sem exagero, e não sei quanto foi divulgado pela organização. O capital, tornou-se uma banda gigante com o passar dos anos. Tipo frontline no país. Me movi para ver o show e o gás de três caras de 40 anos mostrarem qualidade (não me esqueci do Yves e nem do tecladista e do guitar que acompanha os caras).
Foi meio decepcionante. Boa espera, o show não atrasou muito, o som estava bem legal. Apresentação da banda com chamada estilo hard rock americano, aquela estória toda. O repertório escolhido para fãs novos, tocando as radiofônicas, e até aí tudo esperado. Até o Dinho querer discursar...só falou merda. Na música Natasha, fez um comentário sobre a letra, que discordava da mesma e também com a idéia de muitos pais que estavam ali com os filhos (parece viagem, mas ninguém nota um monte de cabeças brancas tomando vinho em vários lugares do clube).
Tudo bem, muitos de que gostamos falam merda, tipo Axel e os Gallagher, mas ainda teve o show. Morno. Dinho animava as guriazinhas, mas parecia de mal com o Flávio Lemos. Uma distância meteórica. Muito profissionais, mas não pareciam amigos (como no dvd do aborto elétrico). O show se resumiu em tietagens, bobagens do Dinho, um arreganho (ficava direto se esfregando com o Yves, por diversas vezes em demasia). Isso também não me aborreceu. Vi o show com estrutura gigante (o et da tour, se erguia no início do show e ficava dançando ao lado do palco), chuva de papel picado no final do show e uma apresentação excelente do batera Fê Lemos. Só que a conclusão final, no somatório, é uma banda querendo ganhar dinheiro, o que não é crime, mas fazendo hits para vender. Esperava mais alma de quem se diz parte da turma de Brasília. Talvez mais maturidade musical.

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